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Greta Van Fleet mostra evolução musical em novo álbum “The Battle At Garden’s Gate”

Desde sempre existiram bandas que começaram meio que com um estigma de já caírem na comparação a grandes ícones antecedentes, e uma delas sem sombra de dúvidas é Greta Van Fleet, duvido um ser vivo não ter ouvido a celebre crítica: “são apenas um plágio de Led Zeppelin”

Mas os moços de rostinho lindo, encantador e estilo irreverente estão ai para provar que são muito mais do que isso, não se deixaram levar por tantos comentários e críticas da mídia maldosa e estão mostrando que ainda vamos sim ouvir falar por muito tempo da banda que era tida por “banda modinha do momento”, confesso que eu mesma fui uma das que relutei um tempo para cair nos encantos dos caras, e hoje me rendo totalmente, e esse novo álbum vem para nos deixar embriagados em sua viagem psicodélica

Segundo álbum da banda, “The Battle At Garden’s Gate”, é a prova de toda essa evolução, lançado no último dia 16 de abril, ele vem com músicas longas e solos de guitarras enormes, apresentando uma sonoridade viajante e de atmosfera psicodélica. A música “Age of Machine” ultrapassa os seis minutos de duração, enquanto “The Weight of Dreams” tem quase nove. Apenas duas faixas, “Built By Nations” e “Tears of Rain”, tem pouco menos de quatro minutos.

“O álbum realmente tem canções um pouco longas”, afirma Danny, e explica: “Nós nunca compomos pensando no tempo que as canções devem ter; se precisam ser curtas, rápidas ou consumíveis. Vamos sentindo as energias delas e às vezes acabam ficando compridas. Acontece muito isso e é divertido. Acreditamos que assim elas estão em suas formas mais verdadeiras.”

De acordo com um comunicado divulgado pela banda, o álbum reflete

“o crescimento pessoal e espiritual dos membros individuais durante sua rápida ascensão, indo de turnês pelos bares de rock sujos de Detroit e Saginaw para shows de destaque nos cinco continentes e vendendo mais de um milhão de ingressos em apenas três anos”.

Os irmãos gêmeos, Josh Kiszka e Jake Kiszka, que inclusive no dia de hoje estão comemorando seus 24 anos de vida, falam sobre essa evolução:

“Havia muita autoevolução acontecendo durante a escrita deste álbum que foi motivada por experiências que tive, experiências que todos nós tivemos”, explica o vocalista Josh Kiszka.

“Está refletindo muito do mundo que vimos”, diz o irmão Jake, “e acho que está refletindo muita verdade pessoal.”

E em entrevista à Rolling Stone Brasil, o baterista Danny Wagner contou sobre o processo:

“Estivemos os últimos anos rodando na estrada e adquirindo conhecimento e experiência. Então, quando as turnês pararam e fomos para o estúdio, realmente nos impressionamos consigo mesmos como músicos, pois estávamos com muito mais prática e conhecimentos técnicos. Ter tocado tanto ao vivo fez a grande diferença na hora de fazer o álbum.”

Originais da cidade de Frankenmuth, do estado de Michigan, a banda aponta a mudança de localidade como um dos fatores que influenciou a direção do novo álbum. The Battle At Garden’s Gate foi gravado em Los Angeles com o produtor Greg Kurstin, que já trabalhou com Paul McCArtney, Foo Fighters e Adele.

Confira no vídeo abaixo o quarto single do álbum, a canção Broken Bells,  descrita pela banda como um “hino para inspirar”

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Por Lis Hirt

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